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6.8.11

Sinal de vida


Não, o Maiagarten não foi abandonado :-) 

Foram as férias, ou melhor, pseudo-férias, acompanhadas de mudanças e semanas de "capacitação",  que atrapalharam a boa manutenção do presente blog. Voltando à labuta, voltam também os posts. Mas não já -- os "pedaços de final de fim de semana" atrasados serão, assim que o tempo permitir,  devidamente atualizados :-) Para tirar as teias de aranha do blog, coloco uma foto tirada em Fevereiro deste ano, no arquipélago de Frioul, França.

9.4.11

Beaune




De Avignon a Beaune.

                                              Google Maps

"Na praça Clóvis
Minha carteira foi batida
Tinha vinte e cinco cruzeiros
E o teu retrato..."
(Paulo Vanzolini)

3.4.11

Avinhão













Voltando pra nossa rota (porque o que reina aqui é a não-linearidade dos fatos! :-)

De Roussillon fomos para Avignon. Aliás, descobri agora mesmo que o nome em português é lindão: Avignon é Avinhão. Então, de Russillão fomos para Avinhão. Avinhão conquistou a gente -- foi lá que o Clóvis encontrou o primeiro doce de maçã que quase o agradou :-)

A cidade foi casa dos papas entre 1309 e 1377, enquanto a coisa estava meio feia lá em Roma. Nessa época, eles construíram o Palácio dos Papas, um edifício enorme que continua bem conservado até hoje. 

Dentre os diversos papas que viveram lá, um deles me chamou a atenção: o papa Urbano V. Parece que ele, logo que  assumiu o papado, já foi acabando com a festa e o luxo dos cardinais. Ele também patrocinou a criação de muitas Universidades, dando inclusive comida e moradia a muitos estudantes (viva a Fapesp nossa de cada dia!). E é isso, deu vontade de passar uns dias a mais por Avignon, mas tivemos que seguir em frente (em breve, em termos não-lineares, Beaune :-).


                                             Google Maps

30.3.11

Malas outra vez




Adeus ao Le Corbusier e de volta ao Brasil!

{Estou atualizando os finais de semana :-) Este é o 11° fds de 2011.}

26.3.11

Fim de semana mais tranquilo







Sábado, por causa da chuva, nem saímos de casa, ou melhor, não saímos da nossa casa-longe-de-casa, em Marseille.

Teve morango, macarrão com pesto de berinjela e trabalho. Sim, muito trabalho, porque nem só de turismo vive o físico :-)

O domingo também foi de trabalho, mas, no final da tarde, saiu o sol e a gente resolveu imitar... passeamos um pouco pelo porto velho de Marseille.   





{Estou atualizando os finais de semana :-) Este é o décimo fds de 2011.}

16.3.11

Le Sentier des Ocres









Ainda perto de Roussilon, é possível fazer uma trilha (turista-friendly) pelos morros de ocre. O caminho é chamado 'Le Sentier des Ocres' e possui placas que falam um pouco sobre a história da região, apesar de nem mencionar a trágica lenda do post anterior,   :-)

13.3.11

Roussillon












Ainda na região de Luberon, fizemos uma breve parada na vila de Roussillon. A vila, como as fotos já bem mostram, é caracterizada pelo ocre, essa cor laranja-vermelho-amarelada, que qualquer pessoa mais bem entendida no assunto pode explicar melhor :-) A região era coberta pelo mar há 100 milhões de anos,  e o ocre vem do óxido de ferro, abundante na região.

Há, porém, outra versão dos fatos. A lenda trágica conta que, há muito tempo, uma senhora casada, a Lady Sirmonde, apaixonou-se por Guillaume de Cabestan. Quando o seu marido, o Lorde Raymond de Avignon, descobriu o caso, chamou Guillaume para participar de uma caça. Lá, ele o matou e (aqui vem a parte meio trash) serviu o coração do amante para a mulher num jantar (sem que ela soubesse, é claro). Quando esta descobriu do que o menu era feito, sentiu-se tão mal que pulou da torre mais alta da vila. O seu sangue, então, tingiu a cor da região de Roussillon para sempre.

Eu, particularmente, acho que as duas versões fazem total sentido ;-P Deixo aqui as duas histórias para que cada um escolha a sua. 

11.3.11

Gordes














De Eyguieres, fomos para a região de Luberon. Visitamos primeiro a vila Gordes, uma cidadela formada por casinhas de pedra penduradas no Monte de Vaucluse.

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